Em tempos de GPS e rotas traçadas com um clique é curioso pensar como se guiava Louise Sutherland. Literal e figuradamente, ela acreditava em outro tipo de direção: o vento….
O post Dica de Livro: Eu Sigo o Vento! apareceu primeiro em Aliança Bike.
Em tempos de GPS e rotas traçadas com um clique é curioso pensar como se guiava Louise Sutherland. Literal e figuradamente, ela acreditava em outro tipo de direção: o vento….
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Se antes, investir em uma nova bicicleta era fácil, hoje em dia a coisa mudou. E para melhor! É que, com o avanço tecnológico, os fabricantes começaram a apostar em novas possibilidades. Rodas maiores requerem relações mais ágeis, mas como escolher as coroas certas, dependendo do tamanho das rodas? Atualmente, é possível encontrar bikes com as mais diferentes composições e velocidades, com uma, duas ou até três coroas. Portanto, não é uma tarefa fácil achar a melhor relação para bike aro 29. É preciso cautela para definir qual rende melhor no pedal. Está em busca de uma relação de marchas que seja adequada aos mais diferentes terrenos, incluindo as descidas com alta velocidade? Confira nossas dicas e tire suas dúvidas. Como escolher a melhor relação para bike aro 29? O que é uma relação de bike? Ela nada mais é do que um conjunto formado pelas engrenagens da coroa, o pinhão (catraca ou cassete) e a corrente. Neste caso, ela serve para fazer a ligação entre a coroa e o pinhão. Encontrados em diferentes tamanhos, tanto a coroa quanto o pinhão são elementos muito importantes para a operação da transmissão. Afinal, são eles que determinam a velocidade de rotação da roda. Fazer o cálculo da relação é a maneira mais indicada. Portanto, a melhor relação para bike aro 29 varia de acordo com cada ciclista. Normalmente, quem está começando no esporte acaba se aproximando mais de uma relação com o peso mais leve. Já quem pratica mais tempo o ciclismo e possui um melhor condicionamento físico, opta por relações mais completas. O que conta muito é o estilo do pedal. Quem encara mais subidas tem a tendência de buscar uma relação leve. Já os apaixonados por aventura, costumam procurar relações com maior peso, capazes de enfrentar bem descidas com alta velocidade. No geral, é sempre bom ter em mente: – De um ponto de vista mecânico, a utilização de coroas maiores reduz a curvatura da corrente. Portanto, ela consegue diminuir o atrito e melhora a eficiência do pedal. – Cruzar demais a corrente não é aconselhável por dois motivos: você corre o risco de danificar a caixa de câmbio e, trabalhando fora do eixo, os atritos da própria corrente aumentam. – É sempre melhor usar uma alta cadência de pedalada para prosseguir em uma determinada velocidade. – Se o desenvolvimento métrico for constante, o efeito de pedalada é sempre idêntico. Independentemente da combinação de coroas e pinhões e do diâmetro das rodas. – O segredo é tentar compreender qual é o desenvolvimento métrico máximo e mínimo de que precisamos. A partir daí podemos encontrar a melhor relação para bike aro 29. Como calcular a relação da bike? A calculadora do desenvolvimento métrico das relações é muito importante para compreender como uma alteração de coroa e pinhão pode afetar a agilidade da relação. O sistema de cálculo da relação da bike é bem simples. Com ele, é possível calcular quantos metros percorre a roda traseira de uma bicicleta, a cada volta completa do pedal. Para isso, é preciso levar em conta três fatores: 1 – O número de dentes da coroa: N 2 – O número de dentes do pinhão, catraca ou cassete: P 3 – A circunferência da roda, incluindo a tampa: CR A fórmula para o cálculo é a seguinte: N ÷ P x CR = relação. Ou seja, o número de dentes da coroa dividido pelo número de dentes do pinhão, multiplicado pela circunferência da roda. Pronto! Quanto menor for o resultado, mais ágil será a relação. Assim, ficará fácil identificar quando ela permitirá uma maior aceleração e será mais adequada nas subidas. Manutenção e troca da relação Para garantir a qualidade e excelência da bicicleta, sempre batemos na tecla da importância de uma boa manutenção. Sem ela, a probabilidade da sua bike te deixar na mão, é sempre grande. Minimamente, é recomendado manter os componentes da relação sempre limpos e lubrificados. Principalmente para quem pratica MTB e está sempre com a bicicleta cheia de lama e poeira. Existem produtos de ótima qualidade e também econômicos, que podem auxiliar na hora de fazer a manutenção da relação. De qualquer maneira, a durabilidade da relação depende de diversos fatores. Entre eles está o ritmo de uso do ciclista. Obviamente que, quem pedala mais, estará mais propenso a trocar rapidamente a relação. Ainda com dúvidas ou pensando em trocar a relação da sua bike? Venha para a Indy Bike e converse com nossos consultores especializados! Com um Centro Técnico de alto padrão e mecânicos altamente treinados, garantimos o melhor serviço e a escolha das peças perfeitas para sua bicicleta. Não perca tempo, estamos esperando por você! The post Pensando em trocar a relação de sua bike aro 29? Entenda um pouco sobre o assunto. first appeared on Indy Bike.
A análise de radares colocados em 600 vias da capital paulista rendeu o estudo publicado pela Ciclocidade: “Impactos das políticas de redução dos limites de velocidades do transporte motorizado na…
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Muitos ciclistas deixam para se preocupar com as pastilhas apenas quando o barulho aparece ou quando a bike já não freia como antes. Esse descuido, além de comprometer a segurança, também pode gerar gastos maiores com manutenção. A boa notícia é que existem sinais claros que indicam o desgaste das pastilhas e ajudam a decidir a hora certa de trocá-las. Com atenção a esses detalhes, é possível manter o sistema de freios sempre eficiente, prolongar a vida útil dos componentes e pedalar com tranquilidade em qualquer tipo de terreno. Saiba como identificar esses sinais e quais cuidados fazem toda diferença. O que são as pastilhas de freio e como funcionam As pastilhas de freio são pequenas peças que cumprem um papel gigante: transformar a força aplicada nas manetes em atrito contra o disco, reduzindo a velocidade da bicicleta ou parando-a por completo. Elas são formadas por uma base metálica e um material de fricção que entra em contato direto com o rotor. Esse contato gera calor, e é exatamente esse atrito que garante o controle da bike em qualquer situação. Existem três tipos principais de pastilhas encontradas no mercado. As de resina (ou orgânicas) oferecem uma frenagem silenciosa e suave, ideais para pedais urbanos ou em estradas limpas. Já as metálicas são mais resistentes ao calor e duram mais, sendo recomendadas para trilhas e descidas longas, onde a frenagem é constante. Entre elas, surgem as semi-metálicas, que buscam equilibrar durabilidade e conforto, atendendo bem quem pedala em terrenos variados. Vida útil das pastilhas de freio da bicicleta Determinar exatamente quanto tempo uma pastilha de freio vai durar não é simples, já que diversos fatores influenciam o desgaste. Em condições ideais, como pedais urbanos em clima seco e com pouco acúmulo de sujeira, a vida útil pode se estender por vários meses sem perda significativa de desempenho. Porém, quando a bicicleta é usada em trilhas, com lama, areia e descidas longas, a substituição pode ser necessária bem mais cedo. Um parâmetro prático é observar a espessura do material de fricção. Quando restam entre 2 e 3 mm, é hora de planejar a troca. Fazer inspeções periódicas, a cada poucas semanas ou após pedais em condições extremas, ajuda a evitar surpresas desagradáveis e mantém o sistema de freios em pleno funcionamento. Identificar o desgaste é importante para corrigir hábitos e evitar desperdício. Uma simples limpeza após pedais em ambientes agressivos já faz diferença. E ao menor sinal de contaminação, a substituição deve ser imediata para evitar riscos durante a pedalada. Manutenção preventiva pode aumentar a durabilidade Cuidar das pastilhas de freio não é apenas uma questão de economia, mas de segurança. Um dos hábitos mais importantes é a limpeza regular. Após pedais em lama, areia ou chuva, é essencial remover a sujeira do disco e das pastilhas com produtos específicos ou apenas com água e pano limpo, evitando qualquer contato com óleo ou solventes agressivos. Isso ajuda a impedir a contaminação e mantém a frenagem eficiente. O ajuste correto da pinça de freio também influencia diretamente na durabilidade. Quando mal alinhada, a pinça pode fazer a pastilha encostar no disco mesmo sem acionar a manete, causando desgaste desnecessário. Conferir o alinhamento periodicamente é um cuidado simples que evita troca precoce. Segurança em primeiro lugar: Andar com pastilhas gastas pode gerar consequências sérias. A perda de eficiência na frenagem aumenta o risco de acidentes, principalmente em descidas longas, pisos molhados ou no tráfego urbano, onde cada segundo de reação faz diferença. Ignorar sinais como chiado constante ou perda de potência significa colocar em jogo não apenas a bike, mas também a integridade física. Um ponto importante é manter a bike sempre revisada. Aqui na Indy Bike temos um Centro Técnico Especializado com mecânicos treinados e ferramentas de ponta para fazer as revisões e manutenções na sua bike. Deixe sua bike com quem entende e pedale com segurança! The post Quando os freios não funcionam corretamente, um pedal pode se tornar um risco inesperado. first appeared on Indy Bike.
As capitais brasileiras ampliaram em 5% sua rede de ciclovias e ciclofaixas entre julho de 2024 e julho de 2025, somando 4.266 km de estruturas exclusivas para bicicletas. O dado…
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Confira nossas dicas e supere desafios que antes eram impossíveis! Andar de bicicleta elétrica, seja na cidade, nas trilhas ou correndo sua primeira prova de E-Enduro, é sempre uma delícia. Afinal, além de serem superdivertidas, com elas você vai mais longe, se desgastando menos e, muitas vezes, também acaba chegando mais rápido. Mas, se sua ideia é ampliar seus quilômetros de diversão, existem algumas dicas que você pode seguir para fazer a bateria da sua elétrica durar mais, abrindo as portas para que você encare desafios que, até então, pareciam impossíveis. 1 – Mantenha a cadência adequada A cadência, ou a velocidade que você gira os pedais, tem uma influência direta na eficiência do motor da sua elétrica. Mas, quando estamos de e-bike, muitas vezes tendemos a relaxar, o que nos leva a girar as pernas mais devagar, o que acaba tirando o motor de sua faixa de funcionamento mais eficiente. Por isso, se a ideia é ir mais longe, mantenha o giro das pernas relativamente alto. Vale destacar que cada sistema elétrico tem uma faixa ótima de funcionamento, mas normalmente esta faixa está acima de 60 ou 70 rotações por minuto, e abaixo de 120 rpm. 2 – Evite temperaturas extremas Temperaturas super altas ou super baixas vão reduzir a autonomia de sua elétrica, já que as baterias ficam mais eficientes em temperaturas entre 0 e 40 graus. Mas, apesar dos dias “abaixo de zero” serem um problema menor no Brasil, temperaturas super elevadas não são. Por isso, além de evitar sair em dias de muito calor, nunca deixe sua bicicleta no sol se for ficar parado por períodos maiores, já que a falta de refrigeração do vento pode elevar bastante a temperatura da bateria. Tome cuidado também ao deixar a bike dentro do carro, com o veículo exposto ao sol. Outro detalhe importante é que as temperaturas extremas devem ser evitadas até na hora de carregar a bateria. Por isso, antes de ligar sua bike na tomada, tire a bateria do ambiente externo e espere ela atingir uma temperatura ao redor de 27 graus. 3 – Limpe e lubrifique a bike Assim como em qualquer bicicleta, e muitas vezes até mais, as bicicletas elétricas sempre agradecem uma boa manutenção. Além disso, se você tiver uma mountain bike elétrica, existem alguns cuidados e dicas de mecânica de E-MTB que você deve seguir. Mas, quando falamos em componentes como corrente, coroa, pinhões e cubos, manter tudo bem limpo e lubrificado pode facilmente significar alguns quilômetros a mais nas suas pedaladas, por isso, a manutenção preventiva é sempre a melhor opção. 4 – Calibre os pneus e verifique os freios Pelo mesmo motivo citado acima, manter a pressão correta nos pneus e os freios bem ajustados também é extremamente importante para fazer sua elétrica chegar mais longe. A dica dos freios é especialmente válida para bikes mais de entrada, já que muitas delas utilizam rodas com blocagem convencionais, e não eixo passante. 5 – Aprenda a usar os modos de potência Todas as bicicletas elétricas possuem diferentes níveis de assistência e, como era de se esperar, mais potência normalmente significa maior consumo de bateria. Por isso, tente sempre pedalar utilizando o menor nível de assistência possível. Algumas elétricas permitem até que você desative totalmente a assistência, sem ter que desligar o sistema, o que ajuda bastante a economizar bateria, especialmente nas descidas e no plano. Com esta ferramenta, é possível reduzir ainda mais a potência disponibilizada pelo motor, especialmente nos modos de menor assistência, o que também ajuda a reduzir o consumo da bateria. 6 – Peso e autonomia O peso da bike e do ciclista tem uma influência grande na autonomia da bicicleta, principalmente em percursos com muitas subidas. Por isso, conjuntos com menor massa costumam extrair mais quilômetros da bateria. Apesar de não existir uma receita mágica para aumentar drasticamente a autonomia da sua e-bike, a soma de várias pequenas atitudes pode te ajudar a chegar muito mais longe com ela. Mas, uma das maneiras mais eficientes e prazerosas de fazer isso é desacelerar o ritmo, reduzir o nível de assistência e curtir a paisagem! Curtiu as dicas? Ainda tem dúvidas ou precisa de uma ajuda? Venha conhecer a Indy Bike e converse com um de nossos consultores especializados. Estamos prontos para ajudar você a tirar o máximo de proveito de sua bike. The post Pensando em ir mais longe com sua e-bike? first appeared on Indy Bike.
“Tenho uma bike velha em casa e acho que posso pedalar com ela se fizer alguns ajustes.”; “Uso minha bike há anos, mas quero pedalar mais, e com essa acho que não dá. Preciso comprar uma bike nova.”; “Quero uma máquina nova para encarar estradas e trilhas, mas preciso saber quanto vou investir.” Todas essas situações fazem parte deste assunto, e vamos trazer algumas dicas para auxiliar você a resolver sua dúvida. Compensa mais fazer um upgrade ou comprar uma bike nova? Essa é uma pergunta que a resposta não é exata. Então, para você entender melhor sobre o que deve ser colocado na balança para partir para sua decisão, há vários fatores que deve considerar. O modelo da bicicleta, categoria, peças e, principalmente, seu objetivo de pedal são pontos que você precisa levantar. A partir disso, fica mais simples saber se até que ponto vale o investimento em um upgrade ou uma bicicleta nova. Há casos de bikes com quase 10 anos de uso, mas que comportam muito bem peças atuais, e que o investimento compensa. Enquanto há outras bicicletas que não vão “casar” com upgrades, por exemplo, pelo motivo de que a bicicleta vai ficar com um quadro de entrada, mas com peças top de linha. Isso sem contar que o preço que você iria pagar para as melhorias, seria absurdamente mais alto comparado ao preço da bicicleta inicial. Não há um número exato de até quanto — em valor — vale a pena fazer as mudanças, porém, se a quantia chegar até 50% ou 60% do preço de uma bike zero, algumas melhorias compensam. Acima, desses números, já seria um motivo forte para pensar em uma bike nova. Portanto, pondere o seu orçamento e a configuração que você pretende deixar a bike, para que todo o conjunto seja vantajoso. E claro, sempre visando se a bicicleta vai atender aos seus objetivos de pedal, já que não adianta mudar diversas peças se o resultado nas trilhas e estradas não for satisfatório a você. Visite algumas lojas, sites e faça suas anotações, sempre colocando o valor e o benefício que terá em cada um dos casos. E uma última dica que vale a pena: muitas vezes você pode vender sua bike atual se não pretende usá-la mais, e usar o valor como parte do pagamento para comprar uma bike nova. Venha visitar uma de nossas lojas da Indy Bike ou acesse nossa loja virtual: loja.indybike.com.br e conheça nossos modelos disponíveis, mas se preferir fazer um upgrade venha conversar com nossos consultores para encontrar a melhor solução para você pedalar com segurança e performance. The post Vale a pena fazer upgrades em sua bike ou comprar uma nova? first appeared on Indy Bike.